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Elas destacaram que para três crianças o processo está lento, pois não pronunciam corretamente algumas palavras. Mas, afirmaram que isso será superado já que o enfoque é trabalhar um conjunto de letras com sons distintos evitando confusões como as letras M e L. 

Seguir este método é melhor alternativa para crianças de 06 anos conceberem a alfabetização? Independente do método adotado deve-se visar o desenvolvimento integral (motor, afetivo, psicológico, intelectual e social).  Os documentos oficiais do Ministério da Educação propõem uma educação voltada a cultura letrada embasado na ludicidade infantil para que escola não se torne avessa à criança.

Com base nesses documentos contemplando as crianças de seis anos e a alfabetização observa-se a teoria da Psicogênese da Língua Escrita desenvolvida nos anos 80 pelas pesquisadoras Emília Ferreiro e Ana Teberosky  na qual colocam a alfabetização sob vários aspectos além do pedagógico em que merecem atenção os sociais, culturais, políticos e psicolinguísticos. 

Os mecanismos de assimilação da leitura e escrita são marcados pela construção de hipóteses subsidiadas pela sucessão de contradições e conflitos cognitivos sob influencias das interações sociais e experiências da criança. As hipóteses configuram-se em fases denominadas pré-silábicas, silábicas, silábicas-alfabéticas e alfabéticas. 

Porém, Ana Teberosky (2005) ao ser entrevistada pela revista Escola sobre certa "confusão" que os alfabetizadores apresentam entre a psicogênese da língua escrita e o método fônico, ela esclarece:

A psicogênese não é método, e sim uma teoria que explica o processo de aprendizagem da língua escrita. Nesse contexto defendemos a integração de várias práticas pedagógicas. Mas o importante é que se leve em conta, além do código específico da escrita, a cultura e o ambiente letrados em que a criança se encontra antes e durante a alfabetização.

Com essa explicação observa-se a importância do alfabetizador em compreender como as crianças concebem o mundo escrito para que enfoque sua atenção nas possibilidades intelectuais das mesmas, independente do método que adota.


3.1  CONSTRUÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA NO 1º ANO

A fim de constatar os níveis da escrita e leitura abordados pelas crianças do 1º ano no início do ano letivo da Escola pesquisada foi elaborado um auto ditado.

O auto ditado consistia em verificar a escrita espontânea de vinte e oito crianças na aplicação de suas hipóteses através do nome de figuras que se configuravam em palavras canônicas e não-canônicas. Para melhor eficiência da aplicação da atividade foi pedido que pronunciasse coletivamente e individualmente o nome das figuras. Conforme Ferreiro apud Azenha (2000, p. 59): "Quando uma criança escreve tal como acredita que poderia ou deveria escrever certo conjunto de palavras, está nos oferecendo um valiosíssimo documento que necessita ser interpretado para poder ser avaliado. (Ferreiro, 1985, p. 16)".

Durante a aplicação da atividade dois alunos não responderam a atividade no tempo estipulado como os demais. A professora informou que um apresenta hiperatividade diagnosticada, outro aluno não havia freqüentado a pré-escola e sabe-se que em casa não tem estimulação relacionada ao universo letrado; o uso de jornais, revistas e livros e demais estimulações necessárias para aguçar a curiosidade e entendimento infantil.  

As fases de elaboração das hipóteses da língua escrita seguem: pré-silábica, silábica, silábica-alfabética e alfabética. Em virtude desta pesquisa se basear em dados das crianças alfabetizandas do 1º ano será enfatizado o que elas construíam naquele momento, ou seja, até o nível 03- hipótese silábica.

Na fase pré-silábica existe uma distinção progressiva do nível 01 escrita indiferenciada para nível 02 escrita diferenciada. 

Nesses estágios iniciais a criança não compreende a relação entre o registro gráfico e o sonoro, ou seja, sua intenção não é registrar no papel o som que sua fala produz por meio da escrita. Para que faça a leitura do que escreveu esta é bastante instável. Pois, só ela sabe dizer o que escreveu, porém se perguntar alguns minutos depois dirá que escreveu outra palavra. Portanto, atribui novos significados a sua escrita e o que também, faz ter uma leitura global.

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