Artigos Pedagógicos
  Avaliação Educacional
  Escola Digital
  Educação a Distância
  Educação Inclusiva
  Educação Infantil
  Estrutura do Ensino
  Filosofia da Educação
  Jovens e Adultos
  Pedagogia Empresarial
  Outros Assuntos
 História da Educação
 Linhas Pedagógicas
 Metodologia Científica
 Projetos/Planejamento
 Biografias
 Textos dos usuários

 Listar Todas
 Por Níveis
  Educação Infantil
  Ensino Fundamental I
  Ensino Fundamental II
 Por Disciplinas
  Matemática
  Língua Portuguesa
  Ciências
  Estudos Sociais
  Língua Inglesa
  Língua Espanhola

 Jogos On-line
 Desenhos para Colorir
 Contos e Poesias

 Glossário
 Laifis de Educação
 Estatuto da Criança
 Indicação de Livros
 Links Úteis
 Publique seu Artigo
 Fale Conosco

 
Busca Geral

 

  
O Uso de Atividades Lúdicas no Ensino de Língua Inglesa para Alunos do 6° Ano do Ensino Fundamental II

Autor: Ana Paula Carvalho Rezende da Silva
Data: 05/10/2010

RESUMO
 
Este artigo tem como objetivo investigar e apresentar alternativas educativas para o ensino de Língua Inglesa implementando atividades lúdicas numa tentativa de sanar algumas das dificuldades existentes no processo ensino/aprendizagem dessa disciplina tais como: motivação, dificuldades de assimilação dos conteúdos e interação. A metodologia de investigação utilizada foi a da análise qualitativa. Os fundamentos para a análise provêm de observações de aulas com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II e de entrevistas com professores. Com a análise dos dados, verificaram-se as dificuldades dos alunos (aceitabilidade, motivação, interação, socialização), bem como as dos professores. Com o resultado obtido constatou-se que o aspecto lúdico é um suporte valoroso para um trabalho bem sucedido em sala de aula.


1. INTRODUÇÃO

Este trabalho aborda o tema: O uso de atividades lúdicas no ensino de Língua Inglesa para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II, abordando algumas dificuldades existentes no processo ensino/aprendizagem dessa disciplina tais como: motivação, dificuldades de assimilação dos conteúdos e interação.

Por meio de uma aula lúdica, o aluno passa a ser estimulado, tendo uma nova vazão em seu aprendizado.

Assim:

As atividades lúdicas têm o poder sobre a criança de facilitar tanto o progresso de cada uma de suas funções psicológicas, intelectuais, e morais. Ademais a ludicidade não influencia apenas a criança, ela também traz vários benefícios aos adultos e jovens, os quais adoram aprender algo ao mesmo tempo em que se divertem. (NUNES, 2004, on-line).

O enfoque foi no 6º ano do Ensino Fundamental II, pois este é o primeiro contato com a língua inglesa da maioria dos alunos e a curiosidade desses alunos constitui-se em um grande fator de motivação, que é essencial ao aprendizado.

Tapia e Fita (2006) ressaltam que os alunos não estão motivados ou desmotivados abstratamente. A motivação surge ou não em função do significado do trabalho que se tem de realizar e cabe ao professor criar contextos significativos que afetem a motivação e a aprendizagem.

Bzuneck (2001, p.24) assim esclarece:

Problemas de motivação estão no aluno, no sentido de que ele seja o portador e o mais prejudicado. Mas isto não significa que ele seja o responsável, muito menos o único, por essa condição. Assim, não é correto generalizar que a motivação ou seus problemas é do aluno.

A motivação é aquilo que impulsiona uma pessoa a fazer algo, aquilo que a põe em movimento em direção aos seus objetivos. É o que a faz mobilizar esforços e utilizar estratégias que a levem a alcançar tais objetivos.

Há teorias que concebem a motivação como um traço da personalidade.  As Teorias Cognitivas, entretanto, concebem a motivação como sendo determinada por crenças pessoais e, portanto, passível de ser influenciada e modificada (BORUCHOVITCH E MARTINI, 2004).

No contexto de sala de aula, o professor poderia representar, portanto, um colaborador no processo de alteração ou norteamento das orientações motivacionais dos seus alunos.

Quando a criança percebe que o que se deseja ensiná-la tem relação com um todo, daí nasce o interesse. Nas palavras de Dewey (1954, p.55), "Se esse todo lhe pertence, ou se o seu próprio movimento o põe em contato com esse todo, aquela coisa ou aquela ação passa a interessá-la".

Portanto este trabalho tem como objetivos:

  •  Valorizar o processo ensino-aprendizagem, com vistas à eficácia nos resultados;
  •  Conhecer e compreender a utilização do lúdico como recurso didático, não em substituição da parte teórica, mas complementá-la no processo de ensino aprendizagem da Língua Inglesa;
  •  Provocar reflexões quanto à aplicação de novas práticas de ensino, permitindo o desenvolvimento de profissionais mais competentes, fornecendo-os sugestões de várias possibilidades de trabalho.

1.1 ALGUMAS CONCEPÇÕES DO LÚDICO

"O lúdico é eminentemente educativo no sentido em que constitui a força impulsora de nossa curiosidade a respeito do mundo e a vida, o princípio de toda a descoberta e toda a criação". (SANTO AGUSTINHO apud SANTOS, 1997, p. 45).

O lúdico tem sua origem na palavra latina "ludus" que quer dizer "jogo", mas se ficasse limitado a sua origem referir-se-ia apenas ao jogar, brincar, movimentar, mas com a evolução da palavra, hoje é definida como uma necessidade básica do ser humano. De maneira geral o lúdico refere-se à brincadeira e a questão simbólica envolvida nesse processo, faz parte das atividades essenciais da dinâmica humana, transcende o visível.
Os jogos e brincadeiras são excelentes oportunidades de mediação entre o prazer e o conhecimento historicamente constituído, já que o lúdico é eminentemente cultural. Por meio da ótica do psicólogo suíço Jean Piaget pode-se notar que a concepção dos jogos não é apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energias das pessoas, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual. (JUY, 2004).

Há muito tempo já havia sido descoberta a importância das brincadeiras e dos jogos, onde entre os egípcios, romanos e maias, o lúdico se destacava em importância, pois era através dos jogos que as gerações mais jovens aprendiam com os mais velhos os valores e conhecimento de sua cultura. (SOUZA, 1996, p.343).

  Próxima

Curta nossa página nas redes sociais!

 

 

Mais produtos

 

Sobre Nós | Política de Privacidade | Contrato do Usuário | Anuncie | Fale Conosco

Copyright © 2008-2014 Só Pedagogia. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Grupo Virtuous.