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A observação é uma situação inerente à avaliação formativa, pois, por meio dela, cumpre-se a função da avaliação formativa, que é a de compreender o contexto da aprendizagem, analisando suas modalidades, mecanismos e resultados. Da observação, passa-se à intervenção, ajudando o aluno a progredir, na construção de seus conhecimentos.

Vasconcellos (2000) compartilha com as observações realizadas por Perrenoud (1999) ao trabalhar o tema finalidades da avaliação, descreve a avaliação como um processo que pressupõe reflexão, no sentido de avaliar a construção do aluno e direcionar as intervenções.

Esteban (2003) reafirma a idéia, já defendida por Scriven (1967), sobre a avaliação como uma orientação das propostas pedagógicas, quando aborda a função da avaliação formativa, afirmando que neste tipo de avaliação, o professor deve ter como objetivo, analisar os resultados obtidos, para orientar o planejamento de suas ações. Essa postura de utilizar os resultados da avaliação para planejar as aulas, contribui para a construção da identidade do professor, como um profissional que reflete, a partir de suas práticas e, assim, constrói conhecimentos durante sua prática. Portanto a avaliação formativa possui, também, como função, a característica de ser fonte para a construção do conhecimento do professor na prática, (García, 2002).

O caráter educativo precisa estar presente na avaliação, precisa constituir-se como um elemento de formação. O aluno deve aprender alguma coisa, ao ser avaliado; a avaliação deve permitir-lhe firmar suas aquisições. Ela deve ajudar o aluno a avançar e estimulá-lo, além de oferecer os meios para que o aluno supere suas eventuais dificuldades. O objetivo principal de um projeto pedagógico é o de proporcionar aprendizagens, portanto, a avaliação escolar deve existir a serviço da construção de aprendizagens.

 

Referências

Esteban, M. T.(Org.)  (2003). Escola, Currículo e avaliação. Série Cultura Memória e currículo, vol. 5. São Paulo: Cortez.

Fernandes. D. (2005). Avaliação das Aprendizagens: Desafios às Teorias, Práticas e Políticas. Lisboa: Texto Editora.

Gadotti. M. (1984). Educação e poder: introdução à Pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez.

García, C.  Marcelo. (2002). La Formación inicial y Permanente de los Educadores. Conselo Escolar Del Estado. Los educadores em la sociedad Del siglo XXI. Madri: Ministério de Educación,  Cultura y Deporte, 161-194.

Gomes. S. (2003). Tessituras Docentes da Avaliação Formativa. Dissertação de Mestrado em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, MG.

Jorba, J. & Sanmarti, N. (2003). A Função Pedagógica da Avaliação. In Avaliação como Apoio à Aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.

Luckesi. C. (2002). Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez.

Matui, J. (1995). Construtivismo: Teoria Construtivista Sócio-histórica Aplicada ao Ensino. São Paulo: Moderna.

Onofre, M. (2000). Conhecimento prático: auto-eficácia e qualidade de ensino. Um estudo multicaso em professores de educação física. Vol. 1. Dissertação de Doutoramento em Ciências da Educação, Faculdade de Motricidade Humana/Universidade Técnica de Lisboa (n. pub.).

Perrenoud, P. (1999). Avaliação - da Excelência à Regulação das Aprendizagens, Entre Duas Lógicas. Porto Alegre: Artmed.

Silva, M. C. (1979). A Avaliação Formativa e Somativa: um Estudo Comparativo de seus efeitos no Rendimento Escolar na Retenção das Aprendizagens e na Atitude do Aluno. Dissertação de Mestrado de Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

Silva. E. A. (2006). Avaliação Formativa por meio da tutoria por alunos: Efeitos no desempenho Cognitivo e no Nível de Satisfação dos Aprendizes. Dissertação de Mestrado em Educação, Pontifícia Universidade Católica de  Brasília, Brasília, D.F.

Vasconcellos, C. S. (2000). Avaliação Concepção Dialética-Libertadora do Processo de Avaliação Escolar. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad. V. 3.

Vianna. H. M. (2000) Avaliação educacional - Teoria, Planejamento, Modelos. São Paulo: IBRASA.

Villasboas, B. M. (2004). Portifólio, Avaliação e Trabalho pedagógico. São Paulo. Papirus


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