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O Pedagogo e o Concurso Público

Autor: Marcus Vinicius de Azevedo Braga
Data: 29/05/2009

O mercado dos concursos público em 2008 foi promissor e apesar dos prenúncios de crise, 2009 ainda reserva vagas muitas  a serem preenchidas. Quais as oportunidades para o pedagogo nas organizações públicas não-escolares? Como se preparar para essa batalha?


1- O mundo dos concursos e o pedagogo

Com as gestões governamentais recentes, incrementaram-se ainda mais a oferta de vagas no setor público, em todas as esferas. O ano de 2008, na esfera federal por exemplo, foram oferecidas vagas em um número muito superior as vagas oferecidas nos anos anteriores. Cresce a importância do servidor qualificado e escolhido de forma isonômica, operando políticas públicas em benefício do cidadão, ao contrário do cenário de algumas décadas atrás, onde o acesso ao serviço público era eivado de pessoalidade e de apadrinhamentos.

Nesta ebulição de vagas e concursos, inúmeros colegas de profissão lutam a busca de "um lugar ao sol". As mudanças do mundo contemporâneo demandaram novas formas de organização do trabalho, que aliadas às transformações e inovações no campo das comunicações e dos costumes sociais, aumentaram a demanda por profissionais que labutam na área da Educação em outros espaços, que não aquele eminentemente escolar.

A mudança nos paradigmas tecnológicos alçou o conhecimento a um status de fonte da inovação e da consequente vantagem competitiva. Ou seja, o conhecimento cria valor para que a organização ganhe espaço no mercado em médio e longo prazo. Da necessidade de se gerenciar esse conhecimento, surgem os atuais conceitos de gestão das competências, gestão do conhecimento e capital intelectual, com a criação nas grandes corporações de Universidades Corporativas, de forma a superar o antigo modelo de capacitação baseado no Treinamento & Desenvolvimento, convertendo-se em um projeto que desenvolva atitudes, posturas e habilidades, de forma alinhada e orquestrada com os objetivos estratégicos da organização.

Como não poderia deixar de ser, esses novos paradigmas também afetam a forma de gerenciar o setor público, demandando neste um profissional capaz de lidar com o conhecimento, sua difusão e com a gerência dos processos educativos. Apesar de muitos desempenharem essa tarefa, as organizações do setor público reconhecem, a cada dia nos seus editais, que essa tarefa está sendo incumbida ao PEDAGOGO.

A história da nossa profissão no Brasil reflete um profissional estritamente voltado para a escola, e em especial para a Educação Básica. De forma inovadora, mas ainda carente de tempo para gerar grandes efeitos, as Diretrizes Curriculares para o Curso de Pedagogia, de 2006, acrescenta a esse ról de atribuições a atuação em espaços não-escolares. Outrossim, o peso de décadas voltadas apenas para as classes iniciais fizeram da representação social da profissão algo distante desses espaços, o que contribui para a perda de espaços essenciais de atuação para outros profissionais, fruto também, em uma opinião pessoal, da falta de um conselho profissional.

O fato é que as oportunidades estão aí, na vida privada e na vida pública, e o que se vê é que as pesquisas indicam o salário médio de um médico em 17 Salários Mínimos, de um Advogado em 12 Salários Mínimos, enquanto o do Pedagogo no ambiente escolar  é de 4 Salários Mínimos . Entretanto, no setor público, em atuações não-escolares, o profissional que trabalha com Educação e áreas afins percebe remunerações mais vultosas que esta. Essa realidade tem atraído muitos pedagogos da supervisão escolar para tentar a sorte no ambiente organizacional, cuja porta de entrada no setor público é o concurso, um novo desafio que requer também novas habilidades.

Os órgãos públicos de todas as esferas e poderes, empresas públicas, Departamentos de Trânsito e até organizações militares tem incluído nos seus editais o cargo de Pedagogo, e quando não, cargos ligados a "Educação Corporativa" ou "Recursos Humanos", cuja a bibliografia das provas e a descrição das atribuições indicam um profissional que tenha grande relação com a gestão de processos educativos. Infelizmente, existem inúmeros editais com cargos como "Técnicos em assuntos educacionais" e outros similares, que não exigem exclusividade da graduação em pedagogia, que longe de ser uma reserva de mercado, é um fato que jamais seria visto em relação a maioria das profissões.

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