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Para Nóvoa (1997, p.26): "A troca de experiências e a partilha de saberes consolidam espaços de formação mútua, nos quais cada professor é chamado a desempenhar, simultaneamente, o papel de formador e de formando."

A gestão do coletivo do grupo se revela de fundamental importância, pois quando as decisões são tomadas em conjunto desfavorece, de certa forma, as resistências às mudanças e todos passam a ser responsáveis para o sucesso da aprendizagem na escola. Sem uma gestão coletiva e consciente de seu papel a implantação dos nove anos poderá ser um mais um dos equívocos que se comete em relação à educação, pois não se muda toda uma proposta  e nem se constrói um currículo consistente e claro nas suas intenções de promover o aprendizado individualmente e muito menos sem olhar para a nossa prática e para o currículo de 8 anos.

Porém o mais importante acerca de todas essas mudanças que estão ocorrendo em função da implantação do Ensino Fundamental de nove anos é o respeito que devemos ter ao sujeito infantil e a sua infância, essa determinação da obrigatoriedade da matricula aos seis anos significa assumir este compromisso com as crianças e com a sua educação. Cabe então a nós docentes destas crianças e gestores das escolas termos clareza do processo de aprendizagem infantil e dos princípios pedagógicos para desenvolver este novo trabalho. E, com certeza, garantir o espaço de formação para que possamos refletir sobre as nossas ações para assim pensarmos novos encaminhamentos. O sucesso ou não desta proposta está nas mãos dos profissionais comprometidos com a educação.

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