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Nas análises estatísticas não se pode simplesmente observar uma seqüência estatística, mas criar mecanismo que permitam estudá-la, independente da quantidade de elementos. Para tanto é conveniente a utilização de cálculos de algumas medidas que caracterizam o comportamento dos elementos de uma série estatística.

Essas medidas são chamadas de medidas de tendência central, que na prática possibilitam determinar um valor compreendido entre o maior e o menor da série numérica. Em linhas gerais, as medidas de tendência central procuram estabelecer um valor no eixo horizontal chamado de eixo das abscissas, no qual se expressa a maior concentração de valores. As medidas de tendência central mais utilizadas são a moda, a média e a mediana.

O conhecimento estatístico se expressa a todo momento como, por exemplo, em revistas, em jornais, nos livros, nos noticiários televisivos, etc. Portanto, é de vital importância fazermos os alunos conhecerem a Estatística na escola, pois vivemos numa sociedade globalizada, e os fenômenos sociais se mostram a todo instante na forma de tabelas e gráficos. Isso dará condições de fazer o aluno opinar, ser crítico e atuar na sociedade de maneira responsável e coerente.
 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A Matemática tem sido conceituada como a ciência dos números e formas, das relações e das medidas. Mesmo sendo uma ciência que demonstra exatidão, ainda não desperta o interesse da maior parte dos alunos porque não conseguem fazer relação do que se ensina na escola com o que eles vivenciam no seu cotidiano social.

O futuro da educação matemática não depende das revisões de conteúdo, mas da dinamização deste ensino. A peça-chave é o professor, que deve assumir o papel de mediador ou facilitador do conhecimento para o aluno. O fazer pedagógico do professor tem de levar o aluno a refletir que a matemática não está longe dele, mas que faz parte do seu dia-a-dia de forma simples, pois, no contexto sócio-cultural no qual o aluno está inserido, a matemática está sempre presente.

É indiscutível que A Matemática desempenha papel fundamental na vida do ser humano. Esse conhecimento nos possibilita resolver problemas no dia-a-dia, tendo muitas aplicações no mundo do trabalho e funcionando como instrumento essencial para a construção de conhecimentos em outras áreas curriculares. Também é componente importante para que se fomente a autonomia no aluno, a fim de que exerça sua cidadania com responsabilidade, pois, à medida que a sociedade utiliza os conhecimentos científicos e recursos tecnológicos de diversas áreas do conhecimento humano, direta ou indiretamente, lá está a Matemática.

No campo educacional, o ensino da Matemática ainda é mistificado como sendo a disciplina difícil e complicada. Alguns consideram muitos dos conteúdos trabalhados desnecessários para se viver em sociedade porque se acredita que alguns dos seus conteúdos geométricos e algébricos não trazem significação, não fazem relação com o que se vivencia. Porém, esse olhar negativo sobre a aprendizagem matemática tem de acabar. O professor não deve ensinar a matemática como sendo um conhecimento pronto e acabado. Ele deve facilitar sua compreensão de modo que seus alunos construam de forma não traumática o conhecimento lógico-matemático, partindo do conhecimento que eles têm sobre as coisas que os rodeiam. Isso servirá para que eles compreendam que a Matemática é importante para vivam de forma responsável na sociedade na qual estão inseridos. 

A Matemática está ligada à compreensão, isto é, construir com significado; aprender o significado de um objeto ou acontecimento, aprender a fazer relações entre eles. O conhecimento matemático deve ser apresentado aos alunos como historicamente construído e em permanente evolução.

Recursos didáticos como jogos, livros, vídeos, calculadoras, computadores e outros materiais têm um papel fundamental no processo de ensino e aprendizagem. Todos precisam estar integrados ao processo de ensino-aprendizagem da Matemática de forma que permita que os alunos consigam fazer relação do que ele aprende na escola com o que ele vivencia.

Os alunos trazem para a escola conhecimentos, idéias e intuições, construídas através das experiências que vivenciaram em seu grupo sócio-cultural. Eles chegaram à sala de aula com diferenciadas ferramentas básicas para, por exemplo, classificar, ordenar, quantificar e medir. Além disso, aprendem a atuar de acordo com os recursos, dependências e restrições de seu meio à sobrevivência numa sociedade que, a cada dia, torna-se mais complexa, exigindo novos padrões de produtividade que dependem, cada vez mais, de conhecimentos.

As necessidades cotidianas fazem com que os alunos desenvolvam uma inteligência essencialmente prática, que permita reconhecer problemas, buscar e selecionar informações, tomar decisões e, portanto, desenvolver uma ampla capacidade para lidar com a atividade matemática. Quando essa capacidade é potencializada pela escola, a aprendizagem apresenta melhor resultado.

É fundamental não subestimar a capacidade dos alunos, reconhecendo que resolvem situações-problema, mesmo que razoavelmente complexas, lançando mão de seus conhecimentos sobre o assunto e buscando estabelecer relações entre o já conhecido e o novo.

Tradicionalmente, a prática mais freqüente no ensino de Matemática era aquela em que o professor apresentava o conteúdo oralmente, partindo das definições, exemplos, demonstrações de propriedades, seguidas de exercícios de aprendizagem, fixação e aplicação, e propondo que o aluno aprendesse pela reprodução. Essa prática de ensino mostrou-se ineficaz, pois mostra que o aluno aprendeu a reproduzir, mas não compreendeu o conteúdo. Portanto, como incentivador da aprendizagem, o professor deve estimular o aluno à construção de uma aprendizagem significativa, que se dá a partir da realização em sala de aula de atividades que imitam a realidade vivenciada por esse aluno no seu dia-a-dia.

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