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Formação Continuada e o Processo de Desenvolvimento Profissional do Professor

Autor: Daniella Caruso Gandra
Data: 15/09/2009

Resumo

Através deste artigo, é possível identificar as falhas no processo da formação dos professores, por estar afastado da realidade atual, vinculada aos seus problemas sociais e culturais. Alcançando por fim, uma luz para a solução do projeto curricular pedagógico.

A grande inteligência da humanidade está toda interligada por uma enorme ponte: a linguagem. Essa ponte é mantida por uma estrutura essencial: a escrita. A partir do processo de alfabetização, o indivíduo começa a ler coisas e, com isso, aumenta a sua capacidade de perceber conceitos e idéias, podendo transferi-las para outras pessoas. Sabe-se que toda profissão envolve a comunicação (direta ou indiretamente). O verdadeiro profissional está sempre estudando e criando baseado no que aprendeu, desmontando, reagrupando e pensando uma maneira nova. Mas, atualmente, o que vemos por aí são profissionais repetindo velhos conceitos, copiando-os. Só que, hoje em dia, tudo gira em torno da informação, vinculada aos meios de comunicação (jornais, televisão, internet, etc.), e assimilando toda essa fonte de informação, é que podemos atuar em relação à sociedade, à nossa família, ao nosso trabalho e a nós mesmos. Porque se não soubermos das coisas que estão acontecendo no mundo em que vivemos e se não tivermos conhecimento suficiente para lidarmos com elas, como iremos viver produtivamente? Aí está a importância da informação e da troca desta em nossa vida; de se conhecer as teorias, de se atualizar, de estudar.

As teorias de aprendizagem não são imutáveis, estão sempre mudando para uma melhor adequação da sociedade. A ausência de teorias leva à suposições, incertezas e a práticas sem fundamentos. Para um professor, o conhecimento teórico é de grande influência, pois, com ele, o professor sabe como se processa o mecanismo da aprendizagem. E, sabe também da importância de ensinar aos seus alunos coisas relacionadas à vida prática destes, assim, tornando-os participativos e interessados na matéria. O conhecimento sobre as teorias permite ao professor utilizar-se do clima mais apropriado e dos princípios necessários a cada situação de aprendizagem. Com isso, ele traça objetivos, planeja, seleciona técnicas de trabalho e de manejo de sala e até o material.

A teoria e a prática são elementos inseparáveis, porque a prática é a colocação em ação do que anteriormente foi ensinado. As teorias de aprendizagem apresentam muitas vezes, pontos em comum; portanto, uma teoria não pode ser considerada superior à outra. Antigamente, o processo educativo estava voltado em passar informações a serem memorizadas em seus mínimos detalhes. Isso foi mudando na medida em que filósofos, pedagogos e outras pessoas envolvidas com o tema educação, de uma forma ou de outra, foram buscando e trazendo novas idéias para que ocorresse de fato uma educação formativa integral.

Percebe-se que o método tradicional tende a desaparecer; a revitalização que se faz necessária não deverá ser no sentido de manter tradições inúteis, mas voltada para as necessidades e aspirações do mundo de hoje. Por isso, é preciso que a educação continuada seja eficaz, preparando o professor aos interesses e necessidades do educando, e, para isso, o professor deve dominar a disciplina que estará ministrando, mas este especialista precisa ser antes de tudo, professor eficiente. Hoje, pode-se recorrer a várias ciências que estruturam novos procedimentos didáticos, cada qual contribui relevantemente aos educadores. A psicologia, por exemplo, indica as oportunidades que melhor favorecerão a formação e expansão da personalidade; na biologia, o professor encontrará informações sobre problemas de nutrição e demais fatores que prejudicam a saúde do educando, entre outras.Por isso, o importante é que o currículo educacional esteja sempre com as questões abertas, pois é um processo contínuo de evolução e planejamento, porque o conhecimento não pára de se desenvolver, as pessoas se modificam, a sociedade evolui, e o currículo precisa acompanhar tudo isso.  No entanto, sabe-se que todas as propostas educacionais visam à promoção do ser humano. O que as diferem umas das outras são as suas idéias e estruturas.

 Hoje, percebe-se, até na própria pele, que há professores que não estão conseguindo ensinar com qualidade. Isso ocorre, com certeza, devido à má qualidade de ensino que também recebem de seus educadores. As faculdades de educação preocupam-se mais com as teorias abstratas do que com as noções práticas de como dar aula, qual conteúdo escolher para ser transmitido. É nítida a urgência de se reformular os currículos das faculdades. A formação dos professores precisa ter como objetivo o que o aluno deve aprender na escola, uma vez que dados do Ministério da Educação indicam que aproximadamente cinquenta por cento dos estudantes que concluem as séries do ensino fundamental ainda não se encontram corretamente alfabetizados, e têm dificuldades para ler e interpretar um texto.

Os professores, principalmente do ensino fundamental público, são mal remunerados, não possuem tempo para atualizar-se e nem fazer planejamento de aulas. É preciso dar importância ao currículo, pois elementos fundamentais não devem ser esquecidos, tais como: "o que leva um aluno a aprender?", "quando é o momento mais propício à aprendizagem?", "de que forma fazer chegar ao aluno o conteúdo que se pretende ensinar?". Porque educar significa incentivar a autonomia individual e a solidariedade, prevenir insucessos e lutar contra as desigualdades sociais. Favorecer o ensino científico, experimental, unindo a compreensão das raízes às novas descobertas da tecnologia. Aprender é um processo complexo, porque o ser humano precisa ser sujeito ativo na construção do seu conhecimento, e, para que isso ocorra deve haver uma interação com a realidade.

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