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Jogos Lúdicos na Sala de Aula

Autor: Renata Silvia Moraes da Fonseca
Data: 12/01/2010

Este artigo tem o propósito de ação e reflexão, e consequentemente fazer o leitor repensar nas práticas pedagógicas. Ter um novo olhar para o jogo lúdico na sala de aula, como um passo importante para o desenvolvimento da criança/jovem. Para termos um jovem critico, devemos estimular a criança, para termos um adulto transformador, devemos dar condições para o jovem. Se a brincadeira e os jogos estavam inerentes desde os povos primitivos, é porque o ser humano exige essa troca, um novo conhecimento, de se inteirar na sociedade e até hoje a exigência é a mesma. Porque, então, passamos um ano inteiro na escola, e não proporcionamos esse espaço para os educandos? O professor deve se superar, criar caminhos, estimular os jogos lúdicos, confiar nos seus alunos, no seu potencial e lembrar sempre que uma sala de aula é agitada, viva, prazerosa, alegre e não quieta, silenciosa, triste, penosa. O ambiente que oferecemos, para os nossos alunos é de suma importância, para a criação, para o desenvolvimento dos esquemas cognitivos, para a convivência social, para a troca de idéias e mesmo para o desequilíbrio para podermos encontrar o equilíbrio. Esta proposta, bem aplicada, contribuirá para a melhoria do ensino e para garantir mais satisfatoriamente a permanência do aluno na escola e o direito de cidadania.

Desde a época da pré-história, existem brinquedos. O ser humano, em todas as fases da vida, está sempre descobrindo e aprendendo coisas novas por meio do contato com outro. Ele nasceu para aprender, para descobrir e apropriar-se de todos os conhecimentos.

A educação lúdica está distante da concepção ingênua de passatempo, brincadeira vulgar, diversão superficial. Ela é uma ação inerente na criança, no jovem no adulto.

Educar ludicamente tem significado muito importante e está presente em todos os segmentos da vida, desenvolvendo inúmeras funções cognitivas e sociais.

Os jogos constituem sempre uma forma de atividade inerente ao ser humano. Entre os primitivos, as atividades de dança, caça, pesca, lutas, eram uma forma de sobrevivência, mas muitas vezes o caráter de divertimento e prazer natural.

Na Grécia Antiga, Platão (427-348) afirmava que os primeiros anos da criança deveriam ser ocupado com jogos educativos.

A partir do séc. XVI, os humanistas perceberam o valor educativo dos jogos e os colégios Jesuítas foram os primeiros a recolocá-los em prática.

Para PESTALOZZI (1946-1827) o jogo é um fator decisivo que enriquece o senso de responsabilidade e fortifica as normas de cooperação.

Para FROEBEL apud ALMEIDA ( 1995) a educação mais eficiente é aquela que proporciona atividade, auto-expressão e participação social às crianças.

O jogo é o ambiente natural da criança, ao passo que as referências abstratas e remotas não correspondem ao seu interesse (DEWEY apud ALMEIDA, 1995).

Para Jean Piaget, os jogos enriquecem o desenvolvimento intelectual. Os jogos tornam-se mais significativos a medida que a criança se desenvolve, pois, a partir da livre manipulação de materiais variados, ela passa a reconstruir objetos reinventar as coisas, o que exige uma adaptação mais completa.

Para os pensadores Wallon, Dewey, Leif, Piaget, a atividade lúdica é como berço obrigatório das atividades intelectuais e sociais superiores, por isso indispensável à pratica educativa.

Considerando a realidade em que vive a criança e a interação do adulto para com ela, não se pode esquecer que o brinquedo torna-se hoje, um jogo de consumo numa sociedade que propõe qualquer objeto para ser consumido como brinquedo.

Os jogos que as crianças participam, inventam, se interessam, enriquecem os esquemas perceptivos(visuais, auditivos, sinestésicos), operativos(memória, imaginação, lateralidade, representação, análise, síntese) que combinam com a coordenação motora.

Misturar uma parcela de trabalho com uma boa dose de brincadeira transformaria o aprendizado, num jogo bem-sucedido.

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