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Lúdico na Educação Infantil: Considerações entre Aprender e Ensinar

Autor: Samuel Pedrozo Borges
Data: 24/02/2017
RESUMO

O desenvolvimento lúdico de uma atividade transforma o conceito de obrigação em uma manifestação espontânea, a qual busca a interação com o conhecimento e desta maneira leva a criança a se desenvolver em um movimento contínuo e voluntário na busca de resolver, aprimorar e acima de tudo transformar problemáticas em conhecimento real.

Palavras-chave: Lúdico, Aprender, Ensinar

INTRODUÇÃO

A brincadeira faz parte integral da infância. O ser humano tem predisposição nata em brincar, buscar se divertir em meio a descobertas e atividades, quer seja de maneira voluntário ou mesmo de maneira involuntária, pelo simples pressuposto de se divertir.

Neste ponto, a metodologia lúdica permite o desenvolvimento da aprendizagem por meio da diversão, a qual se liga a um contexto de brincadeira e assim remetemos esta metodologia a uma contextualização íntima com a infância. 

A influência lúdica permite uma maneabilidade da educação a um complexo já existente, o qual é a própria infância em si, uma confrontação extremamente interessante e ao mesmo importante, uma vez que estão intimamente focadas no processo de desenvolvimento e aprendizagem do ser humano.

Desta forma, nada melhor que mergulhar no universo infantil para direcionar os ensinamentos e permitir à criança se descobrir, descobrir o universo que a cerca, de maneira ampla e de modo descontraído, assim sendo a atividade lúdica permite este aprimoramento.
 
O LÚDICO NO CONTEXTO DE APRENDER

Por meio do uso da atividade lúdica, confrontamos a necessidade de se aprender à possibilidade de se ensinar e aqui se expressa uma maneira de estimular a construção do conhecimento por meio da progressão de habilidades em se operar este conhecimento.

A fala inspiradora de Campos (1986), revela:
A ludicidade poderia ser a ponte facilitadora da aprendizagem se o professor pudesse pensar e questionar-se sobre sua forma de ensinar, relacionando a utilização do lúdico como fator motivante de qualquer tipo de aula.
Aqui está o entreposto, o qual está aberto a carregar os facilitadores da aprendizagem. Neste ponto o lúdico se revela a ligação especial entre a necessidade de se aprender e a possibilidade de se ensinar de maneira aceitável, com boa perspectiva.
Em conformidade com Piaget citado por Wadsworth (1984):
O jogo lúdico é formado por um conjunto linguístico que funciona dentro de um contexto social; possui um sistema de regras e se constitui de um objeto simbólico que designa também um fenômeno. Portanto, permite ao educando a identificação de um sistema de regras que permite uma estrutura sequencial que especifica a sua moralidade.
Observa-se notadamente que a estrutura lúdica parte de um funcionamento plenamente consistente e visa alcança um objetivo notadamente justificado, necessário e possível.
Há ainda que se elencar fatores que comprovam seu interesse em manter o processo de aprendizagem dentro de uma estrutura aceitável, qual sejam o fator regra e estrutura, os quais são expressos dentro do bom funcionamento do ensino lúdico.

Corroborando com este contexto, torna-se interessante citar Rossini (2003), quando diz que o aprender tem que ser gostoso. Aqui o foco é na descontração da qual o processo de aprendizagem deve estar ligado, com o intuito de trazer para si a atenção e não apenas a obrigação.

Neste ponto recorremos a Goleman (1999), quando conceitua:
A preparação da criança para a escola passa pelo desenvolvimento de competências emocionais - inteligência emocional - designadamente confiança, curiosidade, intencionalidade, autocontrole, capacidades de relacionamento, de comunicação e de cooperação.
Notadamente a aprendizagem é repleta que particularidades e dentro destas particularidades a metodologia lúdica se revela como uma peça extremamente útil dentro de um processo construtivo.

Entre meio a diversas competências a atividade lúdica tem a capacidade de uni-las, concentrando este desenvolvimento certo a uma linha de aprendizagem bem elaborada, dentro de critérios próprios, os quais podem ser ajustados, mesmo diante de públicos variados.
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