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É importante analisar as práticas de inclusão em sala de aula, que se baseiam em flexibilizações necessárias e imprescindíveis para ajudar os alunos com necessidades educativas especiais, as principais são: a flexibilização do espaço que consiste em adequar o ambiente físico; a flexibilização do tempo, estabelece que os alunos aprendem de formas diferentes por isso e importante que leve em conta o tempo de realização de cada um; a flexibilização dos recursos, que consiste na busca de novos materiais e estratégias pedagógicas, facilitando a aprendizagem; a flexibilização dos conteúdos tem o objetivo de garantir que os alunos aprendam dentro de suas possibilidades. Essas flexibilizações levam os professores a estabelecer formas criativas de atuação, o que não beneficia só aos alunos com necessidades educativas, mas a todos em conjunto.

'A inclusão implica melhor qualidade de ensino para todos', afirma a professora da Unicamp Maria Tereza Égler Mantoan, fundadora do laboratório de estudos e pesquisas em Ensino e Diversidade.

Promulgada no ano passado pelo governo federal, o Decreto nº 6. 571, de Setembro de 2008, determina que alunos que apresentam alguma deficiência, terão que ser acolhidas nas classes regulares, o que torna o Brasil pioneiro em inclusão educacional. Esse progresso pode beneficiar alunos com alguma dificuldade de aprendizagem, Além de beneficiar o convívio com a diversidade.

Considerações Finais

A educação é um direito de todos os indivíduos, entretanto e importante ressaltar o novo papel da Pedagogia, voltada para 'educar as diferenças'. Segundo Mantoan (2003, p.5) 'educar é empenhar-se por fazer o outro crescer, desenvolver-se, evoluir'.

Precisamos trabalhar a educação, para que a escola construa um mundo melhor para todos e que inclua no seu convívio todos, independentemente de padrões de normalidade. Para que a escola seja base para uma verdadeira cultura de paz.

A presença do portador de necessidades educativas especiais na escola regular, inclusive nas classes comuns e um verdadeiro desafio para a escola brasileira em relação à qualificação de recursos humanos, que atendam as necessidades educacionais desses alunos, em qualidade e acesso.

Os avanços da Inclusão transformam a concepção tradicional, alterando as idéias de ensino especializado e exigindo mudanças na formação de professores e gestores, buscando novas formas de planejamento e organização pedagógica de recursos e propondo uma nova idéia do direito a educação.

A inclusão hoje está caminhando lentamente, mas essa transformação do sistema educacional brasileiro e necessária para que todos tenham acesso à educação.

Referências


BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica / Secretaria de Educação Especial. MEC; SEESP, 2001.

CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva:com os pingos nos is. 5ª edição. Porto Alegre. Editora Mediação, 2007.

MANTOAN, Maria Tereza Egler. Inclusão escolar- o que e? Por quê? Como fazer?. Campinas.2003.

MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil:Historia e Políticas Públicas.5ª edição. São Paulo. Editora Cortez, 2005.

MITTLER, Peter. Educação inclusiva:Contextos sociais. São Paulo. Editora Artmed, 2003.

Revista Nova Escola. Inclusão: Como ensinar os conteúdos do currículo para alunos com deficiência. Edição especial, nº 24. São Paulo. Julho de 2009.

STAINBACK, Susan & STAINBACK, William. Inclusão:um guia para educadores. Porto Alegre:Artmed, 1999. Tradução Magda França.


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