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Quais Consequências Traz a Postura Docente Sobre os Alunos?

Autor: Eliane Casagrande Tadioto
Data: 03/07/2008

RESUMO

Este trabalho foi apresentado ao Curso de Pedagogia, Modalidade Licenciatura, para os anos iniciais do Ensino Fundamental, ao Núcleo de Educação Aberta e a Distância do Instituo de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso, como parte integrante do processo avaliativo da Área de Matemática.

INTRODUÇÃO

Nos tempos atuais, fala-se muito da atuação do professor em sala de aula. Muitos profissionais, mesmo sabendo que a sua forma de trabalho e postura em sala de aula podem acarretar consequências positivas ou negativas sobre seus alunos, ainda assim, se impõem sobre esses alunos de forma autoritária. Eles não sabem que as consequências sobre os alunos são desastrosas, pois, a maioria deles acaba por odiar o professor, a matéria e, consequentemente, a escola na qual estuda.

Quando o professor assume uma postura autoritária, vê-se desfazer no aluno toda a capacidade de criação, de interação, de construção do próprio conhecimento, de levantar e comprovar hipóteses, bem como toda sua autonomia em relação aos desafios propostos. O aluno torna-se um expectador e assiste às aulas, ministradas pelo mestre supremo, como se fosse um filme, no qual o roteiro já está escrito e não pode ser mudado.

Um dos maiores desafios com o qual a escola se defronta nos dias de hoje, é o de resolver de forma efetiva, uma de suas principais metas: a de propiciar aos alunos a possibilidade de realizar algo que ainda não tenha sido feito, a de estimular a capacidade criadora dos alunos.

O modo tradicional como alguns professores se apresentam, remete ao papel da escola, a transmissão do conhecimento elaborado, visando repassar ao aluno os conhecimentos e valores acumulados pelas gerações e repassadas como verdades. Os conteúdos trabalhados por esses professores, são separados da experiência do aluno e das realidades sociais nas quais eles participam.

O método de ensino tradicionalista se baseia na exposição verbal da matéria (aula expositiva de conteúdos), na qual tanto a exposição quanto a análise são feitas pelo professor, ou seja, este expõe o conteúdo já pronto aos alunos considerando que todos são iguais, ou seja, não consideram a diversidade intelectual dos saberes existentes dentro das salas de aula.

No relacionamento desse professor com o seu aluno, predomina a autoridade do professor que exige atitude receptiva dos alunos e impede qualquer comunicação entre eles no decorrer da aula. O professor transmite o conteúdo na forma de verdade a ser absorvida. Em consequência, a disciplina imposta é o meio mais eficaz para assegurar a atenção e o silêncio.

Sabemos que a finalidade principal da escola é fazer do aluno um ser pensante e atuante na sociedade na qual está inserido. Que crie condições para que esse aluno seja autônomo quanto à construção do seu conhecimento.

Ao longo da interação professor/aluno, cabe ao primeiro mediar e ajudar o aluno na tarefa de aprender possibilitando-lhe pensar com autonomia. Para aprender, o aluno precisa ter ao seu lado alguém que o perceba nos diferentes momentos da situação de aprendizagem e que lhe ajude a evoluir durante o processo de ensino e aprendizagem, de forma a alcançar níveis os mais elevados possíveis de conhecimento.

A escola almejada por todos, visa despertar no aluno, a possibilidade de trabalhar pela democratização em todos os setores da sociedade. Assim, a educação denominada crítica, busca a luta pela transformação da sociedade, numa perspectiva de sua democratização efetiva e concreta, atingindo os aspectos políticos, sociais e econômicos.

O profissional docente tem que agir como facilitador ou mediador entre o conhecimento e o aluno. Cabe à escola contribuir para que se elimine a seletividade social e torne a educação democrática. Agindo dessa forma contribuiremos para tornar os alunos seres conscientes, pensantes e atuantes dentro da sociedade na qual participam.

Nesse contexto, trazemos para discussão: quais são as consequências da postura autoritária do professor em sala sobre os alunos, porque entendemos que o papel docente pode contribuir favoravelmente ou não para que se forma um cidadão crítico.

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