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O Uso dos Jogos como Instrumento e Aprendizagem

Autor: Palloma Silva Ferreira
Data: 08/07/2010

INTRODUÇÃO

É muito instigante o trabalho utilizando os jogos como instrumento pedagógico para a aprendizagem. São muitos os estudos sobre a utilização dos jogos, do lúdico de forma geral, como ferramenta facilitadora do processo de ensino e aprendizagem; porém são raros os casos dos professores que utilizaram ou utilizam os jogos como processo educativo. E, quando utilizam os jogos apresentam dificuldades em relacioná-los ao conteúdo trabalhado, ou melhor, trabalhar os conteúdos através dos jogos.

Ao trabalhar com jogos os resultados serão mais visíveis, pois o aluno envolve-se no processo, mas a questão é como fazê-lo?

Tornar a aprendizagem mais prazerosa para que os alunos possam encontrar na escola muito além do quadro de giz, cadernos, lápis, borracha e livros, mas que disponham de lazer sem descuidar do processo educativo. Aprender brincando - já é hora do profissional da educação rever sua postura, redefinir objetivos e se conscientizar de que os jogos e as brincadeiras, quando adequados ao momento educativo, são "ferramentas" importantíssimas no processo de aprendizagem.

Atualmente, vejo os jogos sendo utilizados, nas escolas, sem fins educativos, somente para preencher aquele tempinho que ainda está sobrando, o famoso tempo ocioso. O que eu espero é contribuir para que os jogos passem a ser utilizados com objetivos pedagógicos, com a verdadeira intenção de ensinar.

Os jogos podem ser uma forma de melhorar a qualidade da educação, o prazer em aprender e em ensinar.

O que proponho com o desenvolvimento desse trabalho de pesquisa é desmistificar a dicotomia entre trabalhos "ditos" sérios e os momentos de recreação. O momento de recrear, de brincar é também momento de aprender. Tem que haver interação entre conteúdos e o ato de brincar.

A criança é o brinquedo e o brincar faz parte de seu cotidiano. Portanto, ao introduzir os jogos, na escola, como proposta de ensino o professor estará relacionando a aprendizagem a algo prazeroso para a criança. Aprender passa a fazer parte de seu mundo, pois a criança é o que é brincando, e assim ela interage com o mundo ao seu redor, com suas vivências diárias. A escola passa a ser seu próprio mundo, pois uma vez que se estabelece na relação entre a satisfação pessoal e a aprendizagem, os jogos assumem uma nova categoria na relação entre aluno e aprendizagem.

O processo de ensino-aprendizagem tem que ser prazeroso e significativo para alunos e professores e o trabalho com jogos vem para estimular a participação e interação entre docente e discente.  O jogo vai favorecer a aprendizagem dos alunos.  No mundo contemporâneo não basta apenas transmitir conteúdos e valores ao aluno, mas isso tem que ser feito valorizando os interesses das crianças.  Ao trabalhar com jogos as crianças sentem-se em seu próprio mundo e tornam-se menos frustradas diante da gama de informações e conhecimentos que a sociedade moderna lhes impõe.

O uso dos jogos e brincadeiras contribuem para que professores dinamizem mais suas aulas, assim, a aprendizagem se dá espontaneamente, sem que haja a imposição dos conteúdos de forma hierarquizada como vem sendo feito em muitas escolas e para que o conhecimento seja acessível aos alunos de forma mais prazerosa.  Utilizando o jogo adequadamente o professor dispõe de mais uma estratégia que o auxiliará no planejamento de suas aulas.

Atualmente, nas escolas, os jogos estão sendo utilizados sem fins educativos, somente para preencher aquele tempinho que ainda está sobrando, o famoso tempo ocioso. A utilização dos jogos precisa ser assumida mediante  objetivos pedagógicos com a verdadeira intenção de ensinar.

Este trabalho pretende abordar a utilização dos jogos como fontes de aprendizagem, como o jogo vai contribuir para a melhoria do ensino em sala de aula e de como os alunos se sentirão motivados a estudar e aprender.

O brincar faz parte do cotidiano das crianças e a escola precisa investir nessa possibilidade de aprendizado. O aprender com jogos e brincadeiras é mais interessante, pois assim a criança se sente em seu próprio mundo.

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