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Crianças com Transtorno de Cunduta Típica na Escola

Autor: Fernanda Dorneles Vargas
Data: 10/12/2010

RESUMO

O presente trabalho tem por objetivo refletir  e ao mesmo tempo discutir sobre a criança que sofre do distúrbio mental  Transtorno Típico no ambiente escolar. Todo o artigo foi baseado através de uma pesquisa bibliográfica realizada nos poucos documentos referentes sobre o assunto do MEC. Após esta análise foi percebido que mesmo depois de inúmeras tentativas de intervenção, sejam elas de natureza clínica, educacional ou social,  exigem sempre  dos familiares, da escola e dos profissionais que trabalham com essa criança, que intervenções e atenções dadas tenham um enfoque intensivo, também persistente e duradouro.

INTRODUÇÃO
 
Quando ouvimos falar de Educação inclusiva, acreditamos que nunca iremos nos deparar com algum problema desses em nossas salas de aulas, porém isso vem se tornando cada vez mais comum já que a educação é para todos. Os primeiros projetos de inclusão que se tem notícia datam do final da década de 1960, na Europa, e, a partir de 1975, nos Estados Unidos. Quase meio século depois, em março de 1990, foi aprovada a Declaração Mundial sobre Educação para Todos  pela Conferência Mundial sobre Educação para Todos: Satisfação das necessidades Básicas de Aprendizagem, realizada em Jomtien, na Tailândia. Sendo assim, quando nos encontramos com um problema pouco conhecido por nós professores o transtorno de Condutas Típicas, que são manifestações de comportamentos típicos de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atrasos no desenvolvimento e prejuízo no relacionamento social, em grau que requeira atendimento educacional especializado, ficamos assustados e certas dúvidas a respeito da adaptação desta criança no ambiente escolar começam a surgir então  é preciso ter coragem para enfrentar a situação para que o  professor possa  auxiliar familiares neste momento difícil.

O Comportamento de Crianças com Condutas Típicas

As Condutas Típicas são manifestações comportamentais de crianças portadoras de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atrasos no desenvolvimento e prejuízo no relacionamento social,   em grau que requeira atendimento especializado. Este tipo de comportamento traz a criança com este transtorno sérios problemas no ambiente escolar , como por exemplo, problemas com seu aprendizado e na socialização com seus professores e colegas. Há crianças cujo padrão comportamental encontram-se apresentando atitudes voltadas para si próprias, tais como : fobias, auto mutilação, alheamento do contexto externo, timidez, recusa em verbalizar, recusa em manter contato visual, etc. Por outro lado, encontramos crianças cujo padrão comportamental encontram-se voltados para o ambiente exterior, tais como: agredir, faltar com a verdade, roubar, gritar, falar ininterruptamente, locomover-se o tempo todo. É de fundamental importância encaminhar esse aluno para profissionais especializados na área de saúde mental, que poderão auxiliar no seu convívio escolar. Frente a tudo isso, se torna indispensável o auxilio do professor em conjunto com a família para conseguir uma plena inclusão no ambiente escolar. Acredita-se que o grau de severidade desses  comportamentos vai depender de variáveis tais como sua freqüência, sua intensidade e sua duração.

CONCLUSÃO

A partir dessas reflexões, entende-se que com o auxílio da escola e de um apoio psicológico seria possível a convivência e a plena inclusão desta criança/ aluno que possui este transtorno. E a instituição escolar cabe ressaltar a tarefa imprenscidivel de subsidiar as práticas pedagógicas de seus educadores nesse processo de inclusão.
 
REFERÊNCIAS
 
Educação inclusiva/[ organizado pela] Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Curitiba: Ibpex,2009.

Estratégias e orientações para a educação de alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem associadas às Condutas Típicas. Brasília, 2002ª. Disponível em : http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/livro10.pdf. Acesso em 17 out. 2010

Projeto Escola Viva- Garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola- Alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, C327 2002, série 2. Disponível em WWW.smec.salvador.ba.gov.br/.../escola%20viva%20cartilha%2008.pdf. Acesso em 17 out.2010
 
SCHEIBEL, Maria Fani; VAISZ, Marinice Langaro (org.). Artigo científico: percorrendo caminhos para sua elaboração. Canoas: ULBRA, 2006.

 

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