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Deficiência Auditiva

Autor: Laís Ferraz Teixeira Ávila, Morgana Bica Szadkoski, Mara Nieckel da Costa
Data: 12/01/2009

Resumo: O presente artigo tem como proposta trazer temas questionadores e atuais com relação à Deficiência auditiva. Através deste poderão ser sanadas dúvidas com relação à surdez em si, porém será dada maior ênfase à questão envolvida nos aspectos educacionais das pessoas com essa deficiência. Serão expostas formas de minimizar as dificuldades encontradas pelos professores ao lidar com alunos portadores de Necessidades Especiais e também sugestões de como identificar, nesse caso, a deficiência auditiva. Simplesmente falar sobre educação inclusiva é muito fácil, em um contexto que mostra inúmeras diferenças em vários aspectos, sabe-se  os professores e a sociedade em geral não estão realmente preparados para receber essas pessoas em seu ambiente profissional, educacional e até mesmo social.

Palavras-chave: Deficiência auditiva, inclusão escolar, LIBRAS.

Introdução

Deficiência auditiva é o nome usado para indicar perda de audição ou diminuição na capacidade de escutar os sons. Qualquer problema que ocorra em alguma das partes do ouvido pode levar a uma deficiência na audição.

São inúmeras as formas de identificação de uma criança com deficiência auditiva, cada uma delas de acordo com a idade de cada indivíduo.

Para que aconteça uma boa inclusão escolar do educando é necessário que haja uma cumplicidade entre professor e aluno. É também preciso que o professor esteja em constante atualização, reconhecendo as necessidades de desenvolver métodos de conversação com o aluno, de acordo com seu grau de entendimento, seja ele visual ou auditivo.

Porém, apesar das muitas tentativas do professor, na maioria das vezes o aluno com deficiência auditiva necessita de atendimento em salas de recursos em turno inverso ao da aula. Nessas salas o educando irá desenvolver suas habilidades com auxílio de profissionais da saúde e professores especializados, pois em alguns casos um só professor pode "não dar conta" das necessidades do seu aluno.

Ao receber um aluno com necessidades especiais, o professor provavelmente se sentirá inseguro e com muitas dúvidas. O recomendável para que essas interrogações desapareçam, que se procure informações sobre a criança em seu ambiente familiar, com outros setores da escola e até mesmo com a simples observação de comportamentos do aluno.

Os colegas de turma também sentirão diferença ao conviver com essa criança, por isso é muito importante que haja uma prévia preparação desses alunos. Fazer brincadeiras em que toda a turma fique sem ouvir é interessante, pois assim perceberão quão delicada é a situação do novo colega.

Para servir de auxílio à deficiência auditiva, foi criada a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), que se constitui em uma junção de gestos para expressar certa idéia.

Desenvolvimento

A deficiência auditiva consiste na perda da percepção normal dos sons. Verifica-se a existência de vários tipos de pessoas com surdez, de acordo com os diferentes graus de perda da audição.
Como identificar uma criança com deficiência auditiva?

Do nascimento aos doze meses de idade

  • Não reage a um forte bater de palmas;
  • Não procura, com os olhos, de onde vem o som;
  • Não responde à fala dos pais;
  • Não atende quando é chamada pelo nome;
  • Não entende frases simples;
  • Não aponta aos objetos quando é interrogada;
  • Não imita sons.

Dos doze meses aos cinco anos de idade:

  • Reage quando é chamada pelo nome, desde que veja quem está falando;
  • Obedece e começa a se comunicar por meio da linguagem de sinais;
  • Não há enriquecimento vocabular;
  • Não gosta de ouvir histórias;
  • Tem dores de cabeça e infecções nos ouvidos;
  • Parece desobediente à ordens dadas em linguagem oral;
  • Não localiza a direção do som
  • Observa intensamente o rosto dos pais quando falam;

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