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Os Novos Paradigmas da Inclusão

Autor: Adriane Masiero
Data: 09/04/2009

Resumo

Neste artigo pretende-se refletir sobre os novos paradigmas da educação inclusiva, avaliando a situação histórico-social e as mudanças educacionais para  alavancar novos rumos frente à educação.

Palavras chaves: Educação, Inclusão, Avaliação e Sociedade.

Atualmente a educação vem rompendo barreiras, derrubando antigos paradigmas e formulando novos conceitos sobre o que é educar e qual sua finalidade.

Em meio a esse contexto social, definimos o que é a inclusão de alunos especiais e qual o seu objetivo. A prática de inclusão de crianças e adolescentes com necessidades especiais nas escolas regulares é recente e gera muitas dúvidas, o que torna o tema polêmico e questionador.

A primeira pergunta que nos fazemos é a seguinte: quem são os incluídos?
Para se obter uma resposta coerente, temos que analisar algumas partes da história da educação especial.

Para isso citamos Beyer, 2005, p. 17:

 (...) para encurtar, na história da educação formal ou escolar, nunca houve uma escola que recebesse todas as crianças, sem exceção alguma. As escolas sempre se serviram de algum tipo de seleção. Todas  elas foram, cada uma à sua maneira, escolas especiais, isto é, escolas para crianças selecionadas. As escolas de filosofia da Antiguidade, os mosteiros da Idade Média, as escolas burguesas da Renascença - todas foram  escolas especiais para crianças especiais, selecionadas. Nesse sentido,  também hoje as melhores escolas particulares em nosso país são escolas especiais, que acolhem não todas as crianças, porém, apenas algumas delas.

As escolas ditas "especiais" acolhem crianças com necessidades especiais proporcionando  uma forma de terapia, uma vez que possibilitam a elas acompanhamento médico e pedagógico. Assim, associou-se a medicina à educação, tendo esta um papel diferenciado, muito mais terapêutico  que  educativo.

Com a obrigatoriedade, gratuidade, igualdade e permanência do aluno na escola regular, é inadmissível que a instituição escolar feche suas portas aos alunos com necessidades especiais. A escola inclusiva tem se preparado para atender a uma diversidade maior de alunos, tendo que se adaptar a metodologias diferenciadas. Essas mudanças tem acontecido em função de ideias voltadas para a valorização do ser humano enquanto pessoa, com direitos iguais, sem distinção ou preconceito. Nesse sentido, a escola inclusiva deve estar aberta a todos, independente de suas condições sociais, intelectuais ou físicas.

Ao que parece, toda nova mudança apresenta muitos questionamentos, inseguranças, tentativas de acertos e falhas. Essas dificuldades necessitam ser eliminadas para dar lugar a uma educação de qualidade.

As instituições escolares ainda estão se adaptando para o recebimento dos alunos com necessidades especiais. Há dúvidas e incertezas gerando angústia em muitos professores, os quais se sentem incapacitados para atenderem a esses alunos. A realidade é que existem poucos profissionais capacitados para a demanda de alunos com necessidades especiais. Ainda existem muitas contradições e ambiguidades que permeiam esta modalidade de educação.

Outra dúvida que gera questionamentos entre os profissionais da educação e das áreas da saúde: quem seriam os portadores de necessidades especiais? A Lei de Diretrizes e Bases não especifica quem seriam esses educandos. Mas buscando em outras fontes, observa-se que grande parte dos teóricos educacionais acredita que não se enquadram na modalidade de educação especial os alunos que apresentam distúrbios de aprendizagem (dislalia, dislexia, discalculia, transtorno de déficit de atenção, hiperativiade e outros relacionados a cognição e afetividade). Os professores alegam que esses problemas são passageiros, em alguns casos, e que não  há necessidade de mudanças mais acentuadas no currículo escolar e no plano político pedagógico da instituição educadora.

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