Artigos Pedagógicos
  Avaliação Educacional
  Escola Digital
  Educação a Distância
  Educação Inclusiva
  Educação Infantil
  Estrutura do Ensino
  Filosofia da Educação
  Jovens e Adultos
  Pedagogia Empresarial
  Outros Assuntos
 História da Educação
 Linhas Pedagógicas
 Metodologia Científica
 Projetos/Planejamento
 Biografias
 Textos dos usuários

 Listar Todas
 Por Níveis
  Educação Infantil
  Ensino Fundamental I
  Ensino Fundamental II
 Por Disciplinas
  Matemática
  Língua Portuguesa
  Ciências
  Estudos Sociais
  Língua Inglesa
  Língua Espanhola

 Jogos On-line
 Desenhos para Colorir
 Contos e Poesias

 Glossário
 Laifis de Educação
 Estatuto da Criança
 Indicação de Livros
 Links Úteis
 Publique seu Artigo
 Fale Conosco

Busca geral

 

 

Laifis em destaque
Climas do Brasil
15 postagens
Tribos indígenas americanas
52 postagens
Cores em Inglês - The Colors
34 postagens
Camadas da atmosfera
10 postagens
  
O Projeto Pedagógico da Escola: Uma Ferramenta Estratégica da Gestão Educacional.

Autor: Darci Kops
Data: 22/12/2011

Resumo

O projeto pedagógico ocupa um espaço significativo no processo de gestão educacional e no ambiente escolar. Isso não impede que, na condição de processo dinâmico, não deva, eventualmente, ser ressignificado, revisitado, questionado e, inclusive, pesquisado. O projeto pedagógico cumpre um papel que é o de contribuir efetivamente para a melhoria do fazer pedagógico e da prática social.

O contexto e o cenário da Escola

A Escola, assim com está estruturada e funcionando, existe, dentro de um contexto e de um cenário que, ao mesmo tempo, a legitima e a questiona.

Ocorre uma legitimidade na medida em que se reconhece como Instituição necessária para suprir uma demanda pedagógica-social, e há um questionamento sempre que se coloca em exame e análise o desempenho e o papel social que a referida Instituição vem merecendo.

Como os contextos e os cenários não são estáticos, faz-se necessário, continuamente, (re)visitar os conteúdos e os significados dos diferentes formatos e das diferentes respostas que a Escola vem oferecendo à sociedade.

Por muito tempo, e, até muito recentemente, a Escola enquanto Instituição ficou à mercê de uma heteronomia, porquanto, de braços cruzados ficava na espera de definições generalistas procedentes dos organismos instituídos, tanto organismos federais, estaduais e municipais de gestão pública escolar.

Reconhece-se uma crise paradigmática (GADOTTI, 2000), e, de roldão, a Escola se questiona não apenas sobre seus métodos, e, hoje, questiona-se, inclusive, sobre os seus fins. No dizer de Gadotti (2000, p.35):

A crise paradigmática também atinge a escola e ela se pergunta sobre si mesma, sobre seu papel como instituição numa sociedade pós-moderna e pós-industrial, caracterizada pela globalização da economia e das comunicações, pelo pluralismo político, pela emergência do poder local. Nessa sociedade, cresce a reivindicação pela autonomia contra toda a forma de uniformização e o desejo de afirmação da singularidade de cada região, de cada língua, etc. A multiculturalidade é a marca mais significativa do nosso tempo.


Toda escola está assentada, ou seja, tem seu assentamento numa realidade tópica e típica.

Reconhece-se, também, um movimento atual e um contexto histórico conspirando no sentido do surgimento da chamada Escola Cidadã, como resposta à burocratização do sistema de ensino e à sua ineficiência, inclusive, como resposta à falência do ensino oficial. (GADOTTI, 2000)

Pensar e construir uma escola é, essencialmente, no dizer de Bordignon e Gracindo (2001), colocar em prática uma concepção política e uma concepção pedagógica que se realimentam e que se corporificam na Proposta Político-Pedagógica. Complementam dizendo que, o paradigma da escola cidadã, autônoma, concebe uma gestão democrática, porquanto:

(1) voltada para a inclusão social; (2) fundada no modelo cognitivo/afetivo; (3) com clareza de propósitos, subordinados apenas ao interesse dos cidadãos a que serve; (4) com processos decisórios participativos e tão dinâmicos quanto a realidade, geradores de compromissos e responsabilidades; (5) com ações transparentes; (6) com processos auto-avaliativos geradores da crítica institucional e fiadores da construção coletiva.

Por sua vez, Moraes (1997) salienta que a missão da escola mudou. Enfatiza que sua missão é atender ao aprendiz, ao usuário, ao estudante.

O Projeto Pedagógico

O projeto pedagógico necessita traduzir a vontade política de uma comunidade. Gadotti (2000, p. 38) enfatiza:

O projeto político-pedagógico de uma escola deve constituir-se num verdadeiro processo de conscientização e de formação cívica; deve constituir-se num processo de repercussão da importância e da necessidade do planejamento na educação. Tudo isso exige, certamente, uma educação para a cidadania.

O projeto pedagógico, porquanto ferramenta de gestão, permite, ao mesmo tempo, a expressão de uma vontade política coletiva e um rito de passagem entre a situação atual (SA) e a situação desejada (SD), numa linha de tempo, e numa linha de processo e de progressão, a respeito da razão de ser e da razão do fazer pedagógico de uma escola que tem acento numa realidade concreta e pontual.

  Próxima

Sobre Nós | Política de Privacidade | Contrato do Usuário | Fale Conosco

Copyright © 2008 - 2012 Só Pedagogia. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Grupo Virtuous.